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médica examinando criança com suspeita de H1N1

H1N1: Conheça riscos e formas de prevenção

By | Dicas e cuidados, Qualidade de vida, Sua saúde | No Comments

Você certamente já deve ter ouvido falar sobre a gripe H1N1, que atingiu uma grande parte da população mundial e provocou diversos óbitos nos últimos anos. No início de março, surgiram casos suspeitos na região de Ribeirão Preto, que aumentaram o alerta em relação ao diagnóstico e à prevenção dessa enfermidade.

Os riscos da H1N1

A H1N1 é uma gripe que é causada pelo vírus homônimo, que é um subtipo do Influenzavírus do tipo A. Ela surgiu como uma união dos vírus causadores da gripe humana, da gripe aviária a da gripe suína.

A doença ficou muito conhecida em 2009, quando ocorreu uma grande epidemia. A falta de imunização contra o vírus acabou provocando inúmeros quadros e diversas mortes. No entanto, mesmo com a vacinação contra o vírus, essa doença ainda acomete a população.

Segundo o Ministério da Saúde, entre os meses de janeiro e junho de 2018, foram registrados 3.558 casos de gripe. Desses, 59,7% foram ocasionados pelo H1N1. O subtipo também foi responsável por 66% das 608 mortes registradas no período.

Sintomas da H1N1

O comum é que os sintomas da H1N1 apareçam após três a cinco dias do contágio, o que corresponde ao período de incubação. Vale destacar que, mesmo sem apresentar sinais, o portador pode transmitir a doença. Esse período de transmissão é de até 14 dias em crianças e sete dias em adultos.

Todos os sintomas desse quadro se assemelham aos da gripe comum. Entre eles estão: febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, falta de ar, espirros, dor de garganta, fraqueza, coriza e congestão nasal. Em alguns casos, ainda é possível que o paciente tenha diarreia, náuseas e vômitos.

É importante ressaltar que o diagnóstico só pode ser realizado por um médico, após uma avaliação e confirmação com um exame laboratorial específico. Por isso, é essencial procurar um especialista em caso de suspeita.

Grupo de risco

Apesar da gripe H1N1 afetar pessoas de todas as idades, alguns grupos são considerados de risco em relação ao contágio da doença. Os principais são: gestantes, trabalhadores da área da saúde, povos indígenas, idosos, imunossuprimidos e pessoas portadoras de doenças respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas crônicas.

Transmissão e prevenção

A transmissão da doença se dá da mesma forma que as demais gripes, ou seja, pelo contato com secreções respiratórias, gotículas de saliva, tosse ou espirro de pessoas contaminadas.

Dessa forma, é recomendado evitar a proximidade com pessoas gripadas e adotar hábitos que reduzem o risco de contaminação, como a lavar e desinfetar as mãos com álcool; evitar locais fechados e aglomerações; e não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal. Além disso, é importante apostar na imunização por meio de vacina.

Tratamento

O tratamento deve ser indicado por um médico e geralmente engloba medicação para amenizar os sintomas, repouso, hidratação e alimentação leve. Em casos graves é necessário a instituição de tratamento específico com antirretrovirais.

É importante evitar a automedicação, para garantir que o quadro não seja agravado ou que não surjam cepas mais resistentes aos medicamentos.

A quem recorrer em caso de suspeita de H1N1

A Medicar, além de oferecer atendimento médico de qualidade no local do chamado durante emergências médicas, ainda disponibiliza o serviço de Atendimento Médico Telefônico, onde profissionais ficam à disposição para ajudar a compreender sintomas e indicar as melhores atitudes a serem tomadas ou os medicamentos a serem ingeridos.

Além disso, a Medicar ainda conta com uma parceira com a Clínica Tibiriçá, que fica na região central de Ribeirão Preto. Assim, garante consultas com valores especiais, para prevenir e acompanhar possíveis quadros que ofereçam risco à saúde.

Fale já com nossos consultores e tenha a segurança que a sua saúde precisa.

imagem de boneco e batimentos cardíacos para ilustrar arritmias cardíacas

Arritmias cardíacas: Entenda o risco desse problema

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As arritmias cardíacas são alterações no ritmo dos batimentos do coração, que ocorrem por conta de uma disfunção do estímulo elétrico cardíaco. Esse quadro pode provocar batimentos mais rápidos (taquicardia) ou lentos (bradicardia) que o normal — entre 60 e 100 batimentos por minuto. Também pode provocar descompasso, caso em que a quantidade de batidas fica dentro do normal, porém o ritmo não corresponde ao habitual. Qual o perigo desse problema? Ele pode provocar cardiopatias e levar a morte súbita!

Quando as arritmias cardíacas são malignas?

A maioria das arritmias são benignas e não causam sintomas, porém outras podem provocar sensação de palpitação, desmaios e risco de morte, esse tipo de arritmia chamamos de maligna.

Quais são os sintomas das arritmias cardíacas?

Palpitação, pulso acelerado, tontura, sensação de fraqueza, falta de ar e dor no peito são alguns dos sintomas que podem indicar um diagnóstico de arritmia cardíaca. Mal-estar, cansaço frequente e sensação de nós na garganta também são outros sinais.

Vale destacar que muitos pacientes não chegam a apresentar sintomas, por isso, é importante realizar consultas de rotina junto à um médico. Assim, o profissional poderá acompanhar os batimentos e, caso necessário, solicitar exames complementares, como o eletrocardiograma.

O que pode desencadear este quadro?

Diversas situações podem aumentar o risco de desenvolver arritmias cardíacas. Entre as principais estão: ataques cardíacos, doenças do músculo cardíaco, doenças coronarianas, valvulopatias, hipertensão, diabetes, estresse, fumo, alcoolismo, hipertireoidismo grave e consumo exagerado de cafeína.

Dessa forma, para prevenir a disfunção é essencial evitar hábitos nocivos e manter uma rotina equilibrada, com alimentação saudável, prática de atividades físicas e acompanhamento frequente junto ao cardiologista.

Qual é o tratamento para arritmias cardíacas?

Os tratamentos da arritmia variam de acordo com o tipo da doença e a necessidade de cada paciente. Alguns casos podem ser controlados com medicamentos e mudança de hábitos.

Já outros podem exigir a realização de cirurgia de ablação por radiofrequência, que é realizada através da introdução de cateteres que vão das veias e artérias da perna até o coração. Elas mapeiam os pontos que apresentam problemas e, em seguida, cauterizam as áreas afetadas pela arritmia.

Por fim, alguns podem requerer a colocação de marcapasso para corrigir a frequência cardíaca, evitando que ela fique abaixo do ideal. Vale destacar que os procedimentos devem ser recomendados por um médico especialista.

A quem recorrer em caso de problemas cardíacos?

Ao observar sintomas de arritmias cardíacas, paradas cardiovasculares ou outros problemas relacionados ao coração é importante entrar em contato com uma equipe de emergência.

A Medicar não só garante o atendimento médico qualificado no local do chamado em caso de emergências médicas, como também oferece o serviço de Orientação Médica por Telefone, que permite sanar todas as dúvidas relacionadas à saúde. Garanta já a segurança que a sua saúde precisa! Fale com nossos consultores.

Médicos da Medicar e da Clínica Tibiriçá

Medicar e Clínica Tibiriçá: uma parceria de sucesso

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A Medicar, que garante atendimento médico no local do chamado em casos de emergências e que também possui serviços como Orientação Médica por Telefone e atendimento domiciliar de enfermagem, acaba de aumentar sua gama de benefícios ao firmar uma parceria com a Clínica Tibiriçá.

A parceria entre Medicar e Clínica Tibiriçá

A Medicar, focando no bem-estar da população, está patrocinando a campanha Vida Mais Saudável, da Clínica Tibiriçá. A iniciativa visa promover saúde alimentar através da oferta gratuita do diagnóstico nutricional do IMC (Índice de Massa Corporal). Assim, é possível identificar o pode ser melhorado e potencializado na rotina alimentar.

Além disso, negociou uma condição especial para que associados da Medicar tenham descontos especiais nos valores das consultas, passando a não só ter segurança durante emergências médicas, mas também acompanhamento adequado para prevenir doenças e cuidar adequadamente da saúde.

A Clínica Tibiriçá

A Clínica Tibiriçá é uma clínica médica que está situada na região central de Ribeirão Preto e oferece consultas com médicos especialistas em mais de 15 especialidades.

Entre as especialidades estão: pediatria, fisioterapia, clínico geral, gastroenterologia, nutrição, fisioterapia, obstetrícia, oftalmologia, cardiologia, ortopedia, odontologia. Além disso, ainda é possível realizar exames e procedimentos estéticos, como aplicação de toxina botulínica, harmonização facial, sculptra e amenização de olheiras.

A Clínica também trabalha condições especiais e facilitadas para pagamento nos exames.

Quer ter consultas médicas ao seu alcance e ainda possuir auxílio de uma equipe qualificada em momentos de urgências e emergências médicas? Então entre em contato e aproveite já a segurança e as facilidades da Medicar!
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mulher com dor no tornozelo por conta de lesões causadas por quedas

Caí, e agora? Como lidar com lesões causadas por quedas

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Ruas esburacadas e com desnível, falta de atenção ou até a simples prática de atividades físicas pode resultar em quedas e, consequentemente, provocar lesões tanto na parte superior quanto na parte inferior do corpo. Quer saber como lidar com essas situações? Então descubra quais são as lesões causadas por quedas e quais sãos os primeiros socorros.

Tipos de lesões causadas por quedas

As quedas podem ser provocadas por movimentações incorretas dos pés e tornozelos, dessa forma, as contusões, as entorses e as luxações são as complicações mais comuns. Vale destacar que fraturas, assim como os demais, também exigem atendimento médico rápido.

As luxações consistem em um deslocamento repentino da articulação, que faz com que os ossos percam o contato entre si. Esse quadro provoca dores intensas e, quando frequente, pode exigir a realização de cirurgias. As regiões mais acometidas são: ombros, quadril, joelhos, cotovelos, punhos e dedos das mãos.

Já as entorses – quadro que geralmente acomete os tornozelos – é o movimento anormal dos ossos que provoca lesões nos ligamos das articulações. Esse quadro é menos grave que a luxação, no entanto precisa de atenção e recuperação adequada para que não evolua com complicações.

Por fim, as contusões são o resultado da “pancada” e afetam apenas os tecidos e músculos, deixando a região dolorida, inchada e roxa. Essa situação tem menor gravidade que as demais e geralmente se recupera sozinha.

Como evitar lesões

Nem sempre é possível evitar as quedas, no entanto, algumas práticas ajudam a preveni-las, como o uso de sapatos com solas antiderrapantes, a observação frequente do chão, boa iluminação em casa e muita atenção com tapetes e tábuas soltas.

Além de prevenir os tombos, vale fortalecer as regiões facilmente afetadas, para que estejam firmes e consigam lidar com o possível imprevisto. Os atletas devem realizar alongamentos antes dos treinos, para garantir a segurança.

Primeiros socorros
Após sofrer uma queda que provoque dor em uma região e dificuldade de movimentação, é essencial entrar em contato com uma equipe médica imediatamente. Isso porque, como dito anteriormente, o quadro pode resultar em luxações, entorses ou até em fraturas ósseas. O diagnóstico exato só pode ser dado após a realização de avaliação com especialista, que pode exigir exames de Raio-X.

Outro ponto comum nos tratamentos é a aplicação de gelo para evitar o inchaço e amenizar a dor e a inflamação.

A quem recorrer

Nunca se sabe quando um acidente vai ocorrer e provocar agravamentos, por isso, é importante contar com uma equipe de emergência médica que possa realizar o atendimento no local do chamado com agilidade.

A Medicar disponibiliza uma equipe altamente qualificada para lidar com todos os tipos de urgências médicas, indo das lesões causadas por quedas até paradas cardíacas. Conheça todas as vantagens da Medicar que conquiste a segurança necessária.

mulher com Doença de Alzheimer sentada de frente para a cuidadora, ambas estão de mãos dadas.

Como lidar com familiares que têm Doença de Alzheimer

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A Doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, geralmente atingindo pessoas da terceira idade. Estima-se que no Brasil cerca de 1,2 milhões de pessoas sofram com essa síndrome neurodegenerativa, que provoca a perda de memória e afeta todas as funções cognitivas (orientação, atenção e linguagem).

Ainda não existe uma cura para a doença, dessa forma, é essencial que o paciente conte com o apoio de familiares, amigos e profissionais da saúde para lidar com o diagnóstico. Além da assistência emocional, com a progressão da enfermidade, a pessoa também precisará de cuidados especiais.

Apoio familiar

O primeiro passo para garantir o bem-estar de um familiar diagnosticado com a doença é obter informação. Ou seja, é preciso ler sobre a enfermidade, consultar profissionais da saúde e entender as necessidades individuais do paciente. Após, é preciso adotar as medidas para prevenir a progressão e lidar com as mudanças provocadas pela Doença de Alzheimer.

Cuidados com pacientes diagnosticados com a Doença de Alzheimer

Os cuidados com o paciente dependem da fase da doença. Isso porque, no início, o paciente ainda consegue realizar atividades do dia a dia, e não só pode como deve manter-se ativo. Confira abaixo os cuidados de acordo com a fase da enfermidade.

Fase inicial: Nesse estágio, o paciente precisará, em especial, de ajuda para lidar com o impacto e a aceitação do diagnóstico. Outros pontos importantes são o apoio para garantir adesão ao tratamento e o auxílio em momentos de esquecimento. Para evitar a progressão da enfermidade e garantir o bem-estar, geralmente é indicado que os familiares incentivem práticas que estimulam as funções cerebrais. Alguns exemplos são: manter Hobbies, montar quebra-cabeças e ler o jornal. Ainda é recomendada a prática de atividades físicas e a manutenção da socialização, garantindo o contato com amigos e familiares.

Fase moderada: Além de manter os cuidados da fase inicial, nesse momento é preciso aumentar a atenção, pois o paciente já não tem condições de realizar algumas atividades sozinho. Por isso, é importante adequar os móveis e a casa às necessidades do paciente e ainda contribuir com segurança financeira.

Fase avançada: Exige cuidados intensos e constantes, pois é o momento em que ocorre a perda do controle de certas funções do corpo. O paciente, além de não se lembrar de como agir ou quem são certas pessoas, ainda pode deixar de falar corretamente e perder o domínio da bexiga e do intestino.

Como garantir a segurança

A perda da autonomia não só afeta a saúde, como também faz com que acidentes como quedas e engasgos se tornem mais frequentes, colocando a vida do paciente em risco e resultando em preocupação para as pessoas que estão ao redor. Assim, é essencial contar com uma equipe médica que possa realizar um atendimento de emergência com agilidade e compromisso.

A Medicar disponibiliza um time qualificado de profissionais da saúde, que estão preparados para lidar com todas as complicações causadas pela Doença de Alzheimer. A empresa oferece atendimento domiciliar com o apoio de modernas Unidades Móveis equipadas com todos os materiais necessários para atender desde casos simples até os mais graves.

Confira já se a Medicar está perto de você e garanta a saúde dos seus familiares.