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Alergia alimentar: principais causadores e primeiros socorros

Por 27 de dezembro de 2018Dicas e cuidados
pontes de pistache, castanhas e amêndoas caídos para falar sobre alergia alimentar

De uns tempos para cá, os relatos de pessoas que enfrentam alergia alimentar se tornaram mais comuns. De acordo com a ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), de 6 a 8% das crianças com menos de 3 anos e de 2 a 3% dos adultos sofrem com o problema atualmente. E o que poucas pessoas sabem é que o quadro merece muita atenção, uma vez que pode levar à óbito.

O que é alergia alimentar?

A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo, que faz com que ele identifique proteínas presentes em certos alimentos como inimigas. A partir disso, o sistema imunológico é ativado e envia células de defesa para barrar essa proteína.

Essa situação pode provocar sintomas imediatos (que oferecem maior risco para a saúde) e tardios (mais comuns e que podem durar dias). Alguns exemplos das reações alérgicas são: vômito, diarreia, cólica intestinal, náusea, distensão abdominal (aumento e enrijecimento do abdômen) e dores na região da barriga. Ao ingerir grandes quantidades do alérgeno é possível sofrer, ainda, de eczema, urticária, rinite e asma.

Casos graves de alergia alimentar podem provocar também choque anafilático, quadro que surge poucos segundos após a ingestão do agente causador da alergia, provocando dificuldade para respirar; aumento dos batimentos cardíacos; coceira e vermelhidão na pele; tontura e sensação de desmaio; confusão; e inchaço na boca, nos olhos e no nariz.

Os principais causadores da alergia alimentar

Diversos alimentos podem provocar alergia alimentar, no entanto, alguns são responsáveis por números maiores de casos. Confira abaixo quatro dos grandes causadores desse problema.

Leite: O leite é um dos maiores responsáveis pela alergia alimentar, atingindo geralmente crianças. Ao contrário da intolerância, que está relacionada à lactose (açúcar presente na bebida), a alergia é ocasionada pela proteína do leite. Os sintomas geralmente aparecem entre 3 horas e 3 dias após o consumo.

Ovo: A albumina, proteína encontrada na clara do ovo, é um potencial alergênico. Vale destacar que o ovo faz parte de diversas receitas, exigindo atenção das pessoas que possuem alergia à albumina.

Soja: Diversos alimentos levam o aviso de conterem soja, pois essa leguminosa provoca alergia em diversas pessoas, especialmente em crianças de até 10 anos. É importante salientar que diversos produtos alimentícios podem sofrer contaminação cruzada com a soja, devendo ser evitados por quem tem sensibilidade ao item.

Frutos do mar: O campeão de alergias é o camarão, mas outros frutos do mar, como caranguejo e lagosta também podem provocar reações alérgicas.

Trigo: É importante destacar que a alergia ao trigo é diferente da doença celíaca, que consiste em uma enfermidade autoimune provocada pelo consumo do glúten.

Primeiros Socorros

Ao sofrer vômito, diarreia, cólica intestinal, náusea e distensão abdominal é importante procurar um médico para fazer exames e verificar se a causa está relacionada ao consumo de algum alimento.

Já ao perceber os sintomas do choque anafilático, é preciso entrar em contato imediatamente com uma equipe de emergência para obter as recomendações e o atendimento adequado.

A sua equipe de emergência

Em momentos de choque anafilático e reações alérgicas severas, é importante contar com uma equipe de emergência que realize atendimento rápido e efetivo. Esse é o caso da Medicar.

A empresa oferece atendimento médico pré-hospitalar no local do chamado, garantindo bem-estar do paciente e oferecendo a segurança necessária. Além disso, ela disponibiliza uma atendimento médico telefônico 24 horas para sanar possíveis dúvidas.

Entre em contato com a Medicar e tenha a segurança que a sua saúde precisa.